google-site-verification=t0RqaUFOILcT8EBxg1NEFiP7WVYlBg00uilQ2klT440 Finados: a morte não é a última palavra sobre o destino do homem | Diocese de Rubiataba

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Finados: a morte não é a última palavra sobre o destino do homem

02/11/2016

 

O Papa Francisco, ao presidir a oração do Ângelus dominical, na Festa dos Fiéis Defuntos, em 2014, assegurou que “a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano (mas) o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem suas raízes e sua realização em Deus”, assinalou.

 

O Santo Padre recordou que  no dia 01 de novembro “celebramos a Solenidade de Todos os Santos e hoje (finados) a liturgia nos convida a celebrar os fiéis defuntos. Estas duas festas estão intimamente relacionadas entre si, assim como a alegria e as lágrimas encontram em Jesus Cristo uma síntese que é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança”.

 

“Por um lado, de fato, a Igreja, peregrina na história, se alegra com a intercessão dos santos e beatos que a sustentam na missão de anunciar o Evangelho, por outro lado ela, como Jesus, compartilha as lágrimas daqueles que sofrem a separação de seus entes queridos e, por Ele e graças a Ele, agradece ao Pai que nos libertou do domínio do pecado e da morte”.

 

No dia de finados “muitos visitam o cemitério, que, como diz a palavra, é o ‘lugar de descanso’, à espera do despertar o final. É belo pensar que o próprio Jesus nos despertará. O próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual Ele nos desperta”.

 

“Com esta fé nos detemos - inclusive espiritualmente—diante dos túmulos dos nossos seres queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”. Nesse gesto de fé “somos chamados a recordar a todos, inclusive aqueles que ninguém se lembra”.

 

“Recordemos as vítimas da guerra e da violência; muitos mundos ‘pequenos’ esmagados pela fome e pela miséria; recordemos os anônimos que descansam no ossuário comum. Recordemos nossos irmãos e irmãs assassinados por serem cristãos; e aqueles que sacrificaram a vida para servir aos outros. Confiemos ao Senhor especialmente aqueles que nos deixaram ao longo do ano”.

 

“A tradição da Igreja sempre exortou os fiéis a rezarem pelos defuntos, em particular, oferecendo a Celebração Eucarística por eles: esta é a melhor ajuda espiritual que podemos dar às almas, especialmente às mais abandonadas”.

 

 

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