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Dom Orani chama atenção para a urgência de proteger a vida

05/10/2016

 

Rio de Janeiro, 03 Out. 16 - (ACI).- Nestes dias em que a Igreja no Brasil celebra a Semana Nacional da Vida, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, chama a atenção para o fato de que muitas vezes a vida não é protegida como deve ser de fato.

 

“A julgar pelas campanhas nacionais e internacionais, parece que o ser humano respeita mais os ovos de tartaruga e as árvores do que o seu filho no ventre da mãe”, lamenta o Purpurado em um artigo intitulado ‘O Valor da Vida’.

 

Dom Orani alerta que o “aborto é uma realidade triste de nossos tempos” e que tende a aumentar por conta das propagandas. “Tenta-se utilizar outros termos menos agressivos, como interrupção da gravidez e outros”, indica.

 

No texto, o Arcebispo explica os dois tipos de aborto existentes: o espontâneo e o provocado. O primeiro “é aquele que acontece por causas naturais, sem intervenção especial humana” e que possui “muitas causas”.

 

Já o aborto provocado – esclarece – “é aquele que acontece pela intervenção do homem”. Neste caso, ressalta que “as causas que estão na origem da provocação do aborto não se justificam, pois é uma vida humana que está em jogo”.

 

Dom Orani deixa claro que “no momento em que se dá a fecundação do óvulo pelo sêmen masculino, nasce uma nova vida”. Dessa forma, o feto que está sendo gestado “não é parte nem do pai e nem da mãe; é um novo ser”.

 

“É absurda a ideia de que deveríamos esperar semanas ou meses depois da fecundação para considerar que aquele feto seja reconhecido como um ser humano, com direito a prosseguir o seu caminho de vida”, afirma o Arcebispo, em contraposição àqueles que defendem a prática do aborto nas primeiras semanas de gestação.

 

Frente a esta realidade, “a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu, na 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2005, a primeira semana de outubro como Semana Nacional da Vida, sendo o dia 8 como Dia do Nascituro”.

 

Trata-se de uma data para ser comemorada e “para rezar por todos os nascituros, já que, além dos riscos naturais a que estão expostos, ainda existem várias correntes sociais e politicas pró-aborto”.

 

“A vida deve ser defendida e preservada desde a sua concepção até a morte natural”, sentencia, acrescentando que “o Dia do Nascituro nos desperta para a consciência de que há direitos do ser humano de conservar a sua vida em estágio intrauterino”.

 

Segundo o Cardeal, a doutrina da Igreja sobre o aborto é enfática ao formular que “todo ser humano, inclusive a criança ainda no seio materno, possui o direito à vida imediatamente de Deus, não dos pais nem de qualquer outra autoridade humana. Portanto, não existe homem algum, autoridade alguma humana, nenhum tipo de ‘indicação’ (médica, eugenésica, social, moral) que possa exibir um título válido para uma direta disposição deliberada sobre uma vida humana inocente”.

 

Sendo isso, pontua que “o ser humano deve ser respeitado como pessoa desde o primeiro momento de sua existência” e a vida humana deve ser protegida desde a concepção.

 

“O respeito à vida aparece como um dos princípios mais fundamentais e evidentes. A noção de base é o respeito da vida humana integralmente, do início ao fim”, declara.

 

Dom Orani ressalta ainda que para “nós que cremos em Deus, um sinal inquestionável desse valor é o fato de o próprio Criador ter escolhido passar por esse caminho da existência humana e fazer essa nossa experiência de ser gente indefesa, sob a guarda dos seus pais”.

 

“O Filho de Deus poderia ter entrado no mundo de qualquer forma que quisesse, mas escolheu ser nascituro. Com isso, esse momento da vida humana, que já era grande por si mesmo, ganhou significado divino, porque o próprio Deus se fez nascituro”, acrescenta.

 

Por fim, exorta todos, “como pessoas conscientes e como cristãos” a não “deixar que a ‘cultura de morte’ assuma seu papel de transformar para pior a nossa sociedade já tão machucada e sofrida”.

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