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França: Padre Jacques Hamel, assassinado pode se tornar santo.

Papa decidiu dispensar período de espera de cinco anos para se iniciar processo de beatificação do sacerdote

Lisboa, 02 out 2016 (Ecclesia) – A igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, na França, reabriu neste domingo, 02 de outubro, ao culto, depois de ter estado fechada desde o assassinato do padre Jacques Hamel, a 26 de julho, enquanto celebrava Missa.


O sacerdote de 84 anos foi morto por fundamentalistas islâmicos que tomaram reféns na igreja de Santo Estêvão, nas proximidades de Rouen, norte de França, antes destes serem abatidos pelas forças policiais.


A diocese francesa anunciou que o Papa Francisco decidiu antecipar o início do processo de beatificação da do padre Hamel após aceitar o pedido de dispensa do período de espera de cinco anos após a morte que era exigido pelo Direito Canónico.


No voo de regresso desde o Azerbaijão, o próprio Papa explicou aos jornalistas que a intenção é “não perder os testemunhos frescos” de quem conviveu com o sacerdote e facilitar as “investigações necessárias para ver se a razões para o proclamar beato”.


A celebração de reabertura da igreja ao culto, com a presença de vários muçulmanos, foi marcada por vários gestos de “perdão” para a “reconciliação e paz”.


Segundo a Diocese de Rouen, os ritos previstos para casos de “profanação” foram “adaptados para a circunstância” – procissão, abertura da porta, textos bíblicos, oração, Eucaristia.


No decorrer da celebração, foram colocados no seu local original “quatro símbolos da fé católica” que os atacantes danificaram: um crucifixo, o círio pascal, o altar de madeira – que foi atingido com dezenas de facadas – e o rosário que foi retirado das mãos da imagem de Nossa Senhora de Fátima.


O Papa Francisco presidiu a 14 de setembro a uma Missa em sufrágio pelo padre Jacques Hamel, no Vaticano, na qual evocou o sacerdote como um “mártir” e considerou “satânico” matar em nome da religião.


“É um mártir! E os mártires são bem-aventurados. Devemos rezar para que ele nos dê a mansidão, a fraternidade, a paz, também a coragem de dizer a verdade: matar em nome de Deus é satânico”, disse na capela da Casa de Santa Marta.



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