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Rubiataba-Mozarlândia

Diocese de

Santa Teresa de Calcutá, apóstola da misericórdia


VATICANO, 04 Set. 16 / 09:15 am (ACI).- Em uma multitudinária Missa celebrada neste domingo, 4 de setembro, na Praça de São Pedro, no Vaticano, na qual se calcula que participaram cerca de 120 mil pessoas, o Papa Francisco canonizou Santa Teresa de Calcutá.


Depois de escutar o pedido do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, para que a Madre Teresa seja inscrita no livro dos santos, e depois de ler um breve resumo biográfico, procedeu-se à ladainha dos santos.


Após o canto da ladainha, o Santo Padre leu a seguinte fórmula para declarar Santa Madre Teresa de Calcutá:



“Em honra à Santíssima Trindade, para a exaltação da fé católica e crescimento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa própria, depois de haver refletido profundamente, invocando muitas vezes a ajuda divina e ouvindo o parecer de numerosos irmãos no episcopado, declaramos e definimos santa a Beata Teresa de Calcutá e a inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja seja devotamente honrada entre os Santos. Em Nome do Pai e do Filho E o Espírito Santo. Amém”.


Ao iniciar a Eucaristia, foi colocado um relicário especial da nova Santa com um grande significado espiritual. Tem a forma de cruz, com um coração ao redor e as relíquias (cabelo e sangue) estão dentro de uma “gota de água” que representa a sede, os pobres e os necessitados do mundo. As cores recordam o branco e o azul do sari (hábito) de Madre Teresa, que também representam a Virgem Maria.


Em sua homilia, o Papa Francisco disse que “Madre Teresa, ao longo de toda a sua existência, foi uma dispensadora generosa da misericórdia divina, fazendo-se disponível a todos, através do acolhimento e da defesa da vida humana, dos nascituros e daqueles abandonados e descartados. Comprometeu-se na defesa da vida, proclamando incessantemente que quem ainda não nasceu é o mais fraco, o menor, o mais miserável”.


“Inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera; fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes – diante dos crimes! – da pobreza criada por eles mesmos”.


“A misericórdia foi para ela o ‘sal’, que dava sabor a todas as suas obras, e a luz que iluminava a escuridão de todos aqueles que nem sequer tinham mais lágrimas para chorar pela sua pobreza e sofrimento”, ressaltou.


O Pontífice recordou também que a “Madre Teresa gostava de dizer: ‘Talvez não fale a língua deles, mas posso sorrir’. Levemos no coração o seu sorriso e o ofereçamos a quem encontremos no nosso caminho, especialmente àqueles que sofrem. Assim abriremos horizontes de alegria e de esperança numa humanidade tão desesperançada e necessitada de compreensão e ternura”.

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