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A primeira mártir brasileira: bem-aventurada Albertina Berkenbrock

16/06/2016

“Albertina foi uma menina que ousou ser santa.” Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão – Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.

 

Nasce no dia 11 de abril de 1919, Albertina Berkenbrock, em um simples povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina. Filha de um casal de agricultores – Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing, esses fervorosos católicos oriundos de famílias alemães. Foi com eles que Albertina aprendeu as verdades da fé, a rezar, a frequentar a igreja e a respeitar os mandamentos de Deus. Albertina cultivou em si uma especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz Gonzaga. Não abria mão de recitar diariamente o rosário com a família, e preparou-se com tanta alegria e entusiasmos para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928.

 

Foi neste ambiente simples, belo, acolhedor e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava com amor os seus pais nos trabalhos da roça e em casa. Era dócil, obediente, incansável, e paciente.

 

Conta-se que sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu assassino, que trabalhava na casa do seu pai. Muitas vezes Albertina deu de comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente. Albertina, apesar de seus 12 anos, aparentava mais idade e tinha um corpo já bastante desenvolvido. Era alta e forte, acostumada ao sol e aos trabalhos da roça. Tinha cabelos louros, olhos verde-escuros. Era uma bonita moça.

 

Tudo corria normalmente até o dia 15 de junho de 1931.

 

Seu pai pediu-lhe que procurasse um boi que perdera-se pelos pastos. Ela obediente se colocou no caminho a procura daquele boi. Encontrou portanto com um homem de apelido ‘Maneco Palhoça’, que trabalhava para a sua família. Ela perguntou a ele se sabia onde estaria o boi perdido. Ele indicou um lugar distante, e lá a surpreendeu, tentando estuprá-la, porém, não teve o êxito.

 

A jovem Albertina, com apenas 12 anos, resistiu bravamente, pois não queria pecar!

 

E por não ter conseguir o que queria, este homem pegou-a pelo cabelo, jogou-a ao chão e cortou seu pescoço, matando-a imediatamente.

 

Seu corpo ficou manchado de sangue… Sua pureza e virgindade, porém, ficaram intactas. Podemos ver que Albertina testemunhou com a vida a frase de São Domingos Sávio: “Antes morrer do que pecar.”

 

Aos 12 anos de idade, no dia 15 de junho de 1931, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher por causa da fé e da fidelidade a Deus. E ela o fez heroicamente como verdadeira mártir.

 

O cardeal Saraiva Martins, no dia 20 de Outubro de 2007, na Catedral Diocesana de Tubarão, leu o decreto de Bento XVI, que inscrevia oficialmente Albertina no catálogo dos bem-aventurados.

 

Bem-aventurada Albertina Berkenbrock, rogai por nós!

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